Coca-cola; perfume; paz; tarde de sol; vista querendo ver o que a música canta.
Uma visão muito particular de tudo à minha volta, um instante de isolamento de tudo, meu, só meu.
O som daquilo que meu eco repete.
O silêncio que me diz muito.
Idéias no papel que cumprem a rotina e dão manutenção ao exercício do corpo.
Poderia agora dizer que a vida deve ser cheia dessas pausas. Hiato, risos serenos e silenciosos. Sono, descanso, mesmo acordado. Sim, que esteja acordado.
Coisas boas.
Coca-cola; perfume; paz.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
2010 amanheceu com preguiça.
Talvez, pela dezena redonda, gorda, cheia de promessas que é.
Talvez, pelo peso e pela responsabilidade de ser 10, pelo peso de já ter nascido assim, com todos os pressupostos de um número perfeito.
2010 amanheceu preguiçoso, pedindo mais dez minutinhos na cama, pedindo vento na cara, pedindo um tempo pra entender e repassar sua lista de afazeres e de tarefas a cumprir.
Tarefas, dentre as quais estão os sonhos, os desejos, as metas, os objetivos, os nortes de cada caminho a ser caminhado.
2010 amanheceu mesmo com vontade de ficar um pouco mais sorrindo para o nada, pedindo uma pausa antes mesmo de se cansar.
2010 amanheceu de cara inchada, dessas que denunciam uma noite bem dormida e um passado bem vivido.
E também amanheceu largo, feito estrada de muitas pistas, pronto pra ser trafegado, percorrido sem medo.
Sim, 2010 amanheceu.
Amanheceu dando de beber às plantas, para que não lhe falte nem sombra, nem frutos; nem sequer flores lhe faltem. Nem sementes hão de faltar: 2010 amanheceu dando de beber à prosperidade.
Amanheceu dando de comer aos bichos, para que, principalmente não lhe falte companhia, vida e sons.
Involuntariamente, foi assim.
E se esqueceu de amanhecer correndo às pressas. Se permitiu tomar um café da manhã farto e lento. Cumpriu rituais, tirou fotos com seus amores e sorriu para eles, quando, ainda sonolento, mal estava de pé.
Acho que nascer tem mesmo dessas coisas.
Nascer tem cara de promessa nova, de desejo novo, de novas escolhas ou, simplesmente, de ter as mesmas escolhas, antigas e companheiras, renovadas.
Nascer tem dessas coisas.
Nascer tem mesmo cara de casa arrumada, de cama limpa e comida sempre posta nos pratos de cada um.
Nascer tem mesmo um olhar de sol nascendo, de gente do bem se abraçando.
Inevitável é falar de tudo isso, quando a alma da gente insiste em dar mais uma chance pra vida, pra sorte, pro gosto que a gente quer comer, pro caminho que a gente quer escolher, pra reza que a gente quer rezar, pro abraço que a gente quer por perto, pro cheiro que a gente quer sentir, pro açúcar que a gente quer colocar em nossos dias.
É na delícia de não se importar com absolutamente tudo que talvez more o tempero de estar mais dez minutos na cama, amanhecer mais tarde, ver a história começar de um outro jeito.
Na verdade, 2010 amanheceu querendo reinventar o começo da história, já que, tardiamente, tanta gente sempre insiste em querer mudar o final.
Talvez, pela dezena redonda, gorda, cheia de promessas que é.
Talvez, pelo peso e pela responsabilidade de ser 10, pelo peso de já ter nascido assim, com todos os pressupostos de um número perfeito.
2010 amanheceu preguiçoso, pedindo mais dez minutinhos na cama, pedindo vento na cara, pedindo um tempo pra entender e repassar sua lista de afazeres e de tarefas a cumprir.
Tarefas, dentre as quais estão os sonhos, os desejos, as metas, os objetivos, os nortes de cada caminho a ser caminhado.
2010 amanheceu mesmo com vontade de ficar um pouco mais sorrindo para o nada, pedindo uma pausa antes mesmo de se cansar.
2010 amanheceu de cara inchada, dessas que denunciam uma noite bem dormida e um passado bem vivido.
E também amanheceu largo, feito estrada de muitas pistas, pronto pra ser trafegado, percorrido sem medo.
Sim, 2010 amanheceu.
Amanheceu dando de beber às plantas, para que não lhe falte nem sombra, nem frutos; nem sequer flores lhe faltem. Nem sementes hão de faltar: 2010 amanheceu dando de beber à prosperidade.
Amanheceu dando de comer aos bichos, para que, principalmente não lhe falte companhia, vida e sons.
Involuntariamente, foi assim.
E se esqueceu de amanhecer correndo às pressas. Se permitiu tomar um café da manhã farto e lento. Cumpriu rituais, tirou fotos com seus amores e sorriu para eles, quando, ainda sonolento, mal estava de pé.
Acho que nascer tem mesmo dessas coisas.
Nascer tem cara de promessa nova, de desejo novo, de novas escolhas ou, simplesmente, de ter as mesmas escolhas, antigas e companheiras, renovadas.
Nascer tem dessas coisas.
Nascer tem mesmo cara de casa arrumada, de cama limpa e comida sempre posta nos pratos de cada um.
Nascer tem mesmo um olhar de sol nascendo, de gente do bem se abraçando.
Inevitável é falar de tudo isso, quando a alma da gente insiste em dar mais uma chance pra vida, pra sorte, pro gosto que a gente quer comer, pro caminho que a gente quer escolher, pra reza que a gente quer rezar, pro abraço que a gente quer por perto, pro cheiro que a gente quer sentir, pro açúcar que a gente quer colocar em nossos dias.
É na delícia de não se importar com absolutamente tudo que talvez more o tempero de estar mais dez minutos na cama, amanhecer mais tarde, ver a história começar de um outro jeito.
Na verdade, 2010 amanheceu querendo reinventar o começo da história, já que, tardiamente, tanta gente sempre insiste em querer mudar o final.
Assinar:
Postagens (Atom)