Uma vida em duas malas.
Impossível comprimir o que quer expandir-se.
Desafio de reduzir-me em tão pouco, quando o que carrego mal cabe dentro de mim.
Noite fresca de verão: uma das últimas por aqui.
Abraços nos amigos que fiz tímida e lentamente ao longo de meu caminho cheio de risos e de poucos poréns.
Grata vida, grato esse tempo-espaço.
Felizes escolhas.
Volto imenso de alegria por ver e sentir tão leve o peso de minhas malas.
Boas lembranças não pesam. Nunca pesarão.
Eu fui feliz aqui.
sábado, 30 de agosto de 2008
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